segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Simpatizantes de Timóteo - MG celebram o "Dia de Santa Clara".


Sábado, dia 13 de agosto, os simpatizantes de Timóteo e Ipatinga fizeram um retiro em comemoração ao "Dia de Santa Clara". O retiro se realizou das 8 às 20 horas em Timóteo, na casa da Wanda, e foi orientado por Alzira Munhoz, Irmã Catequista Franciscana residente em Belo Horizonte. O reencontro do grupo foi cheio de alegria e de muita reflexão, partilha, celebração e confratenização com um gostoso almoço. Sentimos que a luz de Santa Clara brilhou no rosto de cada uma, cada um. Foi muito bom percorrer o caminho de Clara e perceber como ela buscou "saídas não costumeiras" e "inusitadas" para responder ao chamado de Deus no seguimento de Jesus. Veja algumas das fotos do retiro.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Encontro Nacional de Simpatizantes - Parte 2



Simpatizantes e irmãs se encontram!

“Um caminho que se vai fazendo!”
O último final de semana (05-07/08) foi diferente pra 34 pessoas: as irmãs e as/os simpatizantes do carisma que se encontraram no Instituto Salete, em Curitiba! Elas/eles vieram do Amazonas, de Rondônia, Tocantins, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina. Trouxeram o calor do entusiasmo e a sede de partilhar, de conhecer, de somar.
As reflexões giraram em torno de dois eixos: Formação e Articulação.
Num primeiro momento, foi feita a partilha da caminhada em cada província. Ficou evidente a riqueza e diversidade que a atenção ao sopro da Divina Ruah, a escuta amorosa dos sinais do tempo, vai gerando e corporificando.
Um painel nos ajudou a perceber a marca laical no movimento de Jesus, na família iniciada por Francisco e Clara de Assis, na congregação desde sua origem, bem como a intensidade com que o tema esteve presente nas reflexões dos últimos anos, particularmente, nos dois últimos sexênio.
A manhã de domingo foi reservada para os encaminhamentos. Levantaram-se elementos para elaborar um plano de formação, e se conseguiu compor uma equipe (simpatizantes e irmãs), para animar e dinamizar este processo.
O encontro foi avaliado como um passo significativo na caminhada. Trouxe esperança, iluminação e inspiração, maior compromisso. Destacou-se a riqueza da presença de várias regiões e a certeza de que este processo não tem retorno. Uma simpatizante expressou esta certeza de maneira profunda e poética: “Esta é uma semente que foi lançada ao vento, e não pode mais ser recolhida!”
 
Por: Maria Fachini 
 
 

Construção da Usina de Belo Monte e os problemas habitacionais

 As obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, estado do Pará, já começaram e, com elas, o problema habitacional na região. Em Altamira (Pará), centenas de famílias já deixaram as casas onde moravam por conta da insegurança e da especulação imobiliária ocasionadas pela construção da usina.

Dion Monteiro, integrante do Movimento Xingu Vivo – Comitê Metropolitano, explica que a problemática dos sem-teto se intensificou a partir de maio deste ano. De acordo com ele, o grupo dos sem-teto é formado por famílias atingidas pela especulação imobiliária e por imigrantes que chegam à cidade em busca de emprego. "O grupo de sem-teto tem várias famílias que não conseguiram mais pagar o aluguel e àqueles que chegaram em Altamira e não têm onde morar”, comenta.

De acordo com o integrante do Movimento, existem proprietários que aumentaram em 300% o valor do aluguel por conta da especulação imobiliária provocada pela construção de Belo Monte. "Há caso de o proprietário cancelar o contrato, chegar a pagar multa pelo cancelamento, para poder alugar por preço maior para a Norte Energia [consórcio formado por diversas empresas que atuam na construção da hidrelétrica]”, conta.

A imigração também já é uma realidade no município. Segundo Dion, cerca de 20 mil pessoas já chegaram à região em busca de emprego nas obras. Entretanto, nem todas conseguem moradia e vão para áreas periféricas da cidade, o que gera outros problemas sociais a até ambientais. Outras aumentam as cifras dos sem-teto.

Além desses dois grupos, Antonia Melo, também integrante do Movimento Xingu Vivo, lembra que muitas famílias já saíram de suas casas na periferia da cidade por conta da insegurança. De acordo com ela, essas pessoas moravam em áreas que serão alagadas com a construção da usina e preferiram já sair de lá por medo. "Isso tudo está acontecendo sem que nenhuma autoridade tome consciência disso. Ninguém faz nada. Isso que é o mais revoltante: o silêncio das autoridades”, desabafa.

Dion observa que o grupo de sem-teto está crescendo de forma rápida, realidade que antes não existia no município. A problemática da habitação, segundo ele, ainda se une a outros problemas também intensificados por conta das obras, como trânsito, infraestrutura para saúde, e questões sociais e até ambientais.

O integrante do movimento explica que a falta de moradia tem levado muitas famílias a desmatarem algumas áreas para construir casas. Ao mesmo tempo em que chegam novos moradores em busca de emprego, grandes redes de supermercados e farmácias também começam a chegar à cidade, gerando um problema para os pequenos comerciantes. "Alguns [comerciantes] já até fecharam [os estabelecimentos]”, comenta.

Despejos


Sem ter onde morar, famílias sem-teto buscam áreas desocupadas da cidade para ficar. Entretanto, muitas delas já sofreram ações de despejo. Dion Monteiro, integrante do Movimento Xingu Vivo – Comitê Metropolitano, revela que cerca de 300 famílias de Altamira já foram despejadas.



A ação mais recente ocorreu na terça (9) e quarta-feira (10) desta semana. De acordo com nota divulgada hoje (11) no sítio do Movimento Xingu Vivo para Sempre, as famílias atualmente estão acampadas em frente à sede da prefeitura de Altamira demandando uma resposta do poder público para o problema de moradia na cidade.

O despejo desta semana não foi o primeiro sofrido pelas famílias sem-teto em Altamira. De acordo com Dion, já houve ações anteriores de desocupação de áreas pertencentes a políticos e a Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte). "As primeiras desocupações foram com agressão, com a utilização de bombas de efeitos moral”, relata, destacando que muitas retiradas não tinham autorização judicial.

Assim como Antonia Melo, integrante do Movimento Xingu Vivo para Sempre, Dion Monteiro reclama da ausência de ações por parte das autoridades. "As retiradas acontecem por força policial e sem informação para onde as famílias poderiam ir, não há políticas públicas”, critica.

Por:Karol Assunção
Jornalista

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Companheiras, amigas, irmãs:



Estamos juntas celebrando esse dia claro de CLARA... a-gosto, mês da varredura por aqui nessa terra Brasil: muito vento,

muitas folhas pelo chão, muitas sementes voando por aí afora, então, quer dizer, que haverá muitos nascimentos e re-nascimentos também por aí... o Espirito sopra onde quer!

Acreditemos.

Nosso desejo e nossa ternura hoje nos diz que o seguimento de Jesus de Nazaré feito por Clara de Assis, àquela época, também é um apelo para nossas vidas no meio do povo, com o povo, junt@s sempre em busca de JUSTIÇA para tod@s!

Então:


"Amando-vos umas às outras com caridade em Cristo, demonstrai por fora,
por meio das boas obras, o amor que tendes por dentro" (Testamento, 59).


E nós, cá na periferia de todos os mundos, também como Teresa Valler,Lúcia, Marlene, Beatriz, Alzira, Elza, Dora, Augusta e tantas outras queremos estar junt@s celebrando, e em comunhão, esta gente feliz e sempre pedindo e cantando... "ME MOSTRE TEU ESPELHO, CLARA IRMÃ!"


Meu coração, não sei por que, bate feliz quando te vê...



Abraço bem carinhoso de nós,


Augusto,Betânia,Beth,Cássio,Cleomar,Gisele, 
Lindalva,Maria Amélia e Márcia


Grupo FrancisClareano BH
Festa de Santa Clara, 2011

Celebração do dia de Santa Clara

CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS CATEQUISTAS FRANCISCANAS
CNPJ/CMF 82.602.533/0004-50
PROVÍNCIA SANTA CLARA DE ASSIS
                   
                                                                                                                      


Sugestão para o ambiente: frase - “Não quis sair pela porta costumeira, mas foi por uma outra saída”; símbolos das portas alternativas, das outras saídas que o povo vai encontrando...

1.    Canto: Há 800 anos atrás, uma jovem pelos pobres optou. Seguindo a Cristo humilde e pobre. Amando aqueles que o mundo não amou (bis)
  São Claras negras, são Claras brancas, são Claras índias
  São Claras hoje, com rosto de mulher, latino-americana (bis)

2. Hoje, são tantas Claras que sonham e lutam por um mundo de igualdade
    São índias, negras, brancas  que fazem gerar no seu ventre a fraternidade (bis)

Introdução: Celebramos Santa Clara com o mundo que celebra 800 anos de brilho da luz clariana, que trouxe luz nova para a sociedade, para a igreja, para a VRC. O testemunho de Clara irradiou e derramou-se sobre Assis, atravessou fronteiras e falou aos corações. Sua luz continua iluminando, sua vida continua inspirando, seu projeto continua atraindo.

Todas: Clara – claridade, clarão de novidade! Clareia nossas buscas de cósmica irmandade!

Leitora: Lua brilhante em densa noite / alumias caminhos novo/
   do palácio e catedral / sais pra junto do leproso!

Todas: Clara – claridade, clarão de novidade! Clareia nossas buscas de cósmica irmandade!

Leitora: A Igreja enclausurada, e a sociedade em ebulição,
    não têm lugar para o pobre,/ que abrigas no coração!

Todas: Clara – claridade, clarão de novidade! Clareia nossas buscas de cósmica irmandade!

Leitora: Da pobreza queres o privilégio / a irmandade vives sem rodeios /
   Deus revela à menor / o melhor de seus anseios!

Todas: Clara – claridade, clarão de novidade! Clareia nossas buscas de cósmica irmandade!

Leitora: Clara vê, andam no escuro, igreja e mundo hoje ainda,
   reconduze ao evangelho, com a luz de tua vida!

Todas: Clara – claridade, clarão de novidade!  Clareia nossas buscas de cósmica irmandade!

CANTO: Me mostra teu espelho Clara, irmã, preciso desta imagem cristalina
     Me ensina a cultivar hoje e amanhã, ternura paz e bem em cada esquina.

OLHAMOS NO ESPELHO DA VIDA DE CLARA

Animadora: Em toda sua vida, Clara foi tecendo um projeto alternativo. Desde a juventude, à vivência em São Damião, apresentou às mulheres uma alternativa de vida cristã e atraiu a muitas para a louca aventura de viver o Evangelho.

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