Blog destinado ás pessoas que desejam seguir o Caminho de Jesus em irmandade, conforme o projeto de vida de Francisco e Clara de Assis, em sintonia com o jeito que as Irmãs Franciscanas Catequistas procuram vivê-lo e testemunhá-lo em sua espiritualidade, estilo de vida e missão. Surgiu por meio da iniciativa dos simpatizantes do processo de formação no carisma FC de Minas Gerais - Brasil.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Invocação - Por José Pagola
Encontro Francisclariano da Festa de Pentecostes

GRUPO FRANCISCLAREANO, Camargos, Esplanada, Centro, Santa Efigênia e Funcionários: Ir. Alzira, Ir. Lidia e Dora;
Betânia, Beth, Gisele e Lindalva; Maria, Marília e Maria Helena.
Belo Horizonte/ FESTA DE PENTECOSTES, 11 de junho de 2011
Acolhida: a Casa das Catequistas Franciscanas, como sempre, muito acolhedora e aberta à luz e ventos inovadores em sintonia com a busca e desejo do grupo na construção de sua identidade.
Logo na chegada estava Ir. Lidia, recém chegada de Santa Catarina, para o abraço carinhoso e muito fraterno a nós todas apresentada. Ficamos felizes com sua chegada.
Mística: sempre bem coordenada por Ir. Alzira e Dora envolvendo-nos por todos os lados com as energias do Espírito de Ruah presente em cada gesto, ritos, cantos e orações rezadas, meditadas, convidando-nos por fim ao aconchego da capelinha onde o silêncio e os símbolos nos recordava o cenáculo daquela tarde de Pentecostes: “A Paz estava ali com a gente”!...
Na capela compartilhando reflexões, repetimos fragmentos dos salmos: Vem Divina Luz! Ilumina, esclarece, conscientiza...; desperta, dinamiza, multiplica as energias escondidas das mulheres e dos homens...; renova, constrói, re-inventa o futuro do qual somos responsáveis...; arranca-nos da solidão e do isolamento que desagrega...; ensina-nos a partilhar, solidarizar, a não desanimar nem desistir...; cura e consola os corações aflitos...; apressa os tempos, dá-nos espírito atento, coração aberto e missionário...; Vem Divina Ruah! Pousa sobre nós e guia-nos pelos caminhos do reino, amem!
A nós descei divina luz! A nós descei divina luz em nossas vidas acendei o amor, o amor de Jesus!...
Neste clima de amorosidade e cheias do Espírito Santo, continuamos a partilha mas desta vez ao redor da mesa ‘junina’, sim, repleta de quitutes saborosos trazidos com muito carinho pelas mulheres do grupo... neste sábado só tinha mulheres, os maridos (solidários) que fazem parte do grupo, tiveram que assumir outros afazeres não podendo participar.
Apos o momento de confraternização, fomos para a segunda parte do encontro cuja pauta foi:
- Avaliação do nosso Projeto de Formação incluindo, sobretudo, o Blog do grupo: o que já pudemos encaminhar; o que podemos melhorar e as propostas.
Coordenação: Beth, Gisele e Lindalva
“É ISSO QUE EU QUERO, É ISSO QUE EU PROCURO E DESEJO DE CORAÇÃO”,
“NÃO PERCAMOS DE VISTA O NOSSO PONTO DE PARTIDA”... lembrando Francisco e Clara em nossa caminhada, enfatizamos a importância da CASA DE CAMARGOS como o lugar da FORMAÇÃO, ali onde consideramos o nosso Cenáculo, pelo menos uma vez por mês, para conhecer e vivenciar o carisma onde quer que Deus nos chame à missão de evangelizar @s pobres – Lc 4, 18-20.
Beth: fez um breve histórico do projeto de formação (2009/2010); o que já pudemos realizar, nossa participação em diversos momentos importantes da vida da congregação em sintonia com as linhas inspiradoras;
projeto em processo de construção/implantação de acordo com o caminhar do grupo assumindo desafios, mas com muitos avanços também.
Neste sentido, destacamos a importância do BLOG sendo um ponto nessa grande rede (internet) compartilhando notícias e conhecimento para o mundo.
Gisele – então coloca os desafios para que possamos organizar mais e melhor este serviço, chamando a atenção para nós todos/todas do próprio grupo com relação o interesse, alimento e acesso dessa página na internet, como também divulgou dados importantes: quantos e quais países que mais visitam esta página, numero de pessoas etc.;
Ficou claro que o BLOG é do grupo mas que precisa ter uma coordenação que inicialmente ficou sob a responsabilidade de Gisele, Cleomar, Dora e Lindalva; que precisamos de um momento para, didaticamente, ser exposto como publicar textos e estudos.
Encaminhamentos:
Informes:
Retiro em Rodeio (SC): em julho – com participação de Beth e Lindalva;
Julho: Ir. Alzira estará em Ipatinga;
Retiro de Santa Clara – dia 11 de agosto, celebrada no dia 13, 2o. Sábado de agosto/11.
Ao final, nosso abraço carinhoso de despedida e boas vindas à Ir. Lidia que nos trouxe de presente um cordão/coração com o tao de Francisco.
Belo Horizonte, 11 de junho de 2011
Por: Lindalva Macedo
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Entrevista - Dom Predro Casaldáliga
Por : Eleonora de Lucena
Jornalista. Folha de S. Paulo
Entrevista
Mais um episódio da guerra no campo. Assim Dom Pedro Casaldáliga define o assassinato dos líderes extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, ocorrido no fim de maio, no Pará. Fundador da Comissão Pastoral da Terra e do Conselho Indigenista Missionário, o bispo ganhou notoriedade internacional ao denunciar brutalidades de madeireiros, policiais e grandes proprietários rurais no período da ditadura militar.
Agora, aos 83 anos, o bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT) segue fazendo o seu diagnóstico do país.
Qual o significado do duplo assassinato no Pará?
A morte de José Claudio e da Maria do Espírito Santo não é um fato isolado. É mais um episódio da guerra no campo. É fruto da impunidade e da corrupção marcantes sobretudo no Pará, campeão em violência no campo, em desmatamento e queimadas.
Qual é a situação dos conflitos agrários?
Simplificando, com uns traços panorâmicos, poderíamos dividir o nosso Brasil em três. Primeiro, o Brasil hegemônico, que está a serviço do agronegócio, depredador, monocultural, latifundista, excluidor dos povos indígenas e do povo camponês. Fiel à cartilha do capitalismo neoliberal. Uma oligarquia política tradicionalmente dona do poder e da terra.
Quem fica do outro lado?
O povo da terra indígenas, camponeses da agricultura familiar, ribeirinhos, extrativistas, sem terra consciente de seus direitos e organizado em diferentes instâncias de sindicato, de associação e respaldado por grupos militantes solidários do movimento popular, das pastorais sociais, de intelectuais e artistas, de universitários, de certas ONGs.
Quem é o terceiro grupo?
É uma maioria média desinformada ou mal informada, que não vincula as lutas do campo com as lutas da cidade, no dia a dia da sobrevivência. Que não percebe ainda que a reforma agrária é uma luta de todos.
Qual é o papel do Estado?
O Estado continua omisso frente a três grandes dívidas: a reforma agrária, a política indigenista, a política doméstica e ecológica do consumo interno.
Como é o movimento dos trabalhadores rurais hoje em comparação com o período da ditadura militar?
Hoje, evidentemente, o Brasil está numa democracia, pelo menos formal. As organizações do povo da terra têm uma relativa liberdade de ação. O MST é um caso emblemático. Os governos do PT pelo menos não satanizam essa luta.
Qual é o papel da Igreja Católica nesse movimento? Como a orientação mais conservadora do Vaticano interfere?
A Igreja já não deve assumir, como nos tempos da ditadura, uma atuação de suplência abrangente. A Igreja deve continuar sendo -e talvez mais do que nunca, pela ambiguidade oficial e internacional- uma Igreja servidora e profética. Que não se omita nunca ante o clamor dos pobres.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Festa pra quem crê no amor
Neste ano, no Brasil, enquanto o comércio e a sociedade recordam o "dia dos namorados”, Igrejas cristãs celebram neste próximo domingo, o último dos cinqüenta dias da festa da Páscoa (Pentecostes). Conforme a tradição cristã, neste dia, se espalhou pelo mundo o Espírito Divino. A comemoração do dia dos namorados é uma boa coincidência com esta festa pelo fato de que o Espírito se revelou como energia de amor.
Uma sociedade que reduz as pessoas a peças de produção e de consumo não compreende a linguagem do amor, porque faz as pessoas sobreviverem na competitividade e na luta meramente egoística. Por outro lado, quanto mais uma realidade é preciosa e rara, mais são frágeis as palavras para expressá-la. Hoje em dia, o próprio termo "amor” parece reduzido a emoções rápidas e a experiências passageiras. Poucos crêem no amor como princípio e luz de toda a vida. E se o amor não é reconhecido além dos confins do consumismo e do imediatismo comercial, as pessoas passam a viver meramente em função do dinheiro, da busca ansiosa de poder, ou simplesmente do culto de si mesmo. Em um contexto assim, até os crentes esquecem que Deus é Amor e se manifesta em nós e no universo, nos divinizando à medida que nos torna mais capazes de amar. Martin Buber, grande espiritual judeu, dizia: "Os sentimentos moram no ser humano, mas é a pessoa que mora no seu amor”. Quando se descobre e se vive isso, aí sim o amor é casa e estrada de vida, enraizamento e transcendência. É a única energia que conduz a vida à sua plenitude.
Camus dizia: "Não ser amado é uma falta de sorte, mas não amar chega a ser uma tragédia imensa”.
Conforme a Bíblia, toda pessoa que ama vive uma experiência divina porque Deus é fonte de todo amor humano. Mesmo no meio das imperfeições e buscas afetivas, o Amor divino conduz a pessoa a formas de amar mais profundas e generosas. Desde o começo da Bíblia, Deus prometeu estabelecer uma presença no mundo e guiar as pessoas que se abrissem à sua inspiração. Revelou-se presente na criação fazendo de cada criatura viva um sinal do seu amor e de sua bênção para o universo. Manifestou-se como fonte de bênção no canto dos pássaros, no vento que faz sussurrar as palmeiras, no riso das crianças e em cada pessoa aberta ao Espírito. Em tempos mais antigos, deu vários sinais de que queria fazer uma aliança de amor com a humanidade e com todos os seres vivos do universo. Revelou-se plenamente presente na pessoa de Jesus de Nazaré, testemunha da ternura divina para com toda a humanidade. De acordo com a fé cristã, a partir da ressurreição de Jesus, o Espírito Divino foi dado a todas as criaturas. Um cântico de Pentecostes afirma: "Ele enche o universo, abarca toda a sabedoria e abraça todo ser que existe”. O texto mais conhecido sobre Pentecostes (At 2) diz que, quando o Espírito vem dá às pessoas que o recebem a capacidade de se comunicar com as mais diversas culturas e criar uma unidade onde antes só havia divisão e discórdia. Hoje, o Espírito Divino guia comunidades e pessoas de todas as religiões e mesmo sem nenhuma pertença institucional a se unirem em função da paz do mundo, da justiça e da defesa da natureza. Um documento do século II de nossa era dizia: "Se queres encontrar o Espírito, podes descobri-lo presente e atuante no murmúrio do vento, no pulsar de toda a natureza e até quando levantas uma pedra”. O Espírito nos confirma sempre que cada ser vivo é sinal da bênção original do amor divino que fecunda o universo. Na Idade Média, Ibn Arabi, místico islamita, afirmava: "Meu coração é como um pasto para gazelas. Acolhe todas as crenças. É a tábua da lei judaica e, ao mesmo tempo, o Corão sagrado dos islamitas. Meu coração se faz Igreja para os cristãos e tenda aberta aos que buscam. Creio acima de tudo na religião do amor”.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Espírito Santo

- Água: O simbolismo da água é significativo da ação do Espírito Santo no Batismo, já que a água se transforma em sinal sacramental do novo nascimento.
Unção: Simboliza a força. A unção com o óleo é sinônimo do Espírito Santo. No sacramento da Confirmação o confirmando é ungido para prepará-lo para ser testemunha de Cristo.
Fogo: Simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito
- Nuvem e Luz: Símbolos inseparáveis nas manifestações do Espírito Santo.Assim desce sobre a Virgem Maria para "cobri-la com sua sombra" . No monte Tabor, na Transfiguração, no dia da Ascensão; aparece uma sombra e uma nuvem.
Selo: é um símbolo próximo ao da unção. Indica o caráter indelével da unção do Espírito nos sacramentos e falam da consagração do cristão
- A Mão: Mediante a imposição das mãos os Apóstolos e agora os Bispos, transmitem o "Dom do Espírito".
- A Pomba: No Batismo de Jesus, o Espírito Santo aparece em forma de pomba e posa sobre Ele.
Pentecostes
Pentecostes (em grego antigo πεντηκοστή [ἡμέρα], pentekostē [hēmera], "o quinquagésimo [dia]") é uma das celebraçőes importantes docalendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo. O Pentecostes é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa. O dia de Pentecostes ocorre no décimo dia depois do dia da Ascensǎo. Pentecostes é histórica e simbolicamente ligado ao festival judaico da colheita, que comemora a entrega dos Dez mandamentos no Monte Sinai cinquenta dias depois do Êxodo. Para os cristāos, o Pentecostes celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e seguidores de Cristo, através do Dom de línguas, como descrito no Novo Testamento, durante aquela celebração judaica do quinquagésimo dia em Jerusalém. Por esta razão o dia de Pentescostes é às vezes considerado o dia do nascimento da igreja. O movimento pentecostal tem seu nome derivado desse evento.- a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
- a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
- o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
- no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
- Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
- As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).
- A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
- Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus familiares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
- Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
- Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
- Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida...
Pentecostalismo
Pentecostes é o símbolo do Cenáculo, onde os Apóstolos se reuniram, pela primeira vez, à espera do Espírito Santo. No Cenáculo, desde a fundação, a comunidade cristã aí se reúne, para ser conduzida pelo Sopro Inspirador, compartilhando o amor em Cristo. Atualmente o 50.º dia após a Páscoa é considerado pelos cristãos o dia de Pentecostes. Pentecostes é quando o Espírito Santo visita os apóstolos e desce sobre eles, na forma de fogo (mera representação). A partir daí os apóstolos passam a pregar o Evangelho em línguas estranhas: Há ação do Espírito Santo no ser humano sempre que este se converte dos seus pecados, pelo arrependimento, e passa a crer em Jesus Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, pedindo a Deus que lhe revista e encha do Espírito Santo. Tal experiência é chamada de batismo no Espírito Santo. Isto tem ocorrido durante toda a história do cristianismo, sendo enfatizado, especialmente, em meados do século XX com o surgimento das primeiras Igrejas Protestantes Pentecostais, as quais enfatizam os dons do Espírito, ou pelos membros da Renovação Carismática Católica (RCC) que, seguindo a doutrina e as diretrizes de sua Igreja, fazem o mesmo.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Reflexões em torno do Sagrado Feminino
Por uma Escola Nacional de Economia Solidária - Reflexão

segunda-feira, 30 de maio de 2011
(video) Ave Maria e la vergine degli angeli
Oração de São Francisco para nossos dias! por Beatriz Maestri
Senhor, fazei-nos instrumentos de missão!
Onde encontrarmos pessoas encurvadas, que as ajudemos a levantar-se.
Onde a injustiça teima em reinar,
que levemos a justiça transformadora da sociedade.
Onde a desigualdade machuca e discrimina pessoas e povos,
que saibamos incluir, respeitar,
animar e valorizar a vida em todas as suas expressões.
Onde os poderosos teimam em dominar a esperança dos pobres,
que levemos organização e conscientização.
Onde as mulheres são oprimidas e exploradas,
busquemos a igual participação e sua valorização.
Onde a natureza estiver sendo depredada,
que sejamos promotores/as da irmandade universal,
semeando o cuidado e o respeito com toda criação.
Onde a violência fere tantas pessoas inocentes,
que levemos a tua Paz!
Ó Deus, Fonte da Vida e do Amor,
fortalece nosso compromisso com os mais pobres e excluídos!
Recria e fortalece nosso sonho por uma nova economia,
e que nossas lutas contribuam com a economia solidária,
respeitadora da vida em todas as suas formas
e na gestação de novas relações.
“Levanta-nos” de nossas incertezas
para mergulhar na realidade com ousadia e coragem!
Envia-nos, com tua força,
para sermos anunciadoras/es da esperança e da solidariedade!
Que nosso coração, sempre encantado por Jesus Cristo
e comprometido com a construção de seu Reino de justiça e fraternidade,
prossiga vibrante, na partilha e no abraço universal!
(Ir.Beatriz Maestri)








