Blog destinado ás pessoas que desejam seguir o Caminho de Jesus em irmandade, conforme o projeto de vida de Francisco e Clara de Assis, em sintonia com o jeito que as Irmãs Franciscanas Catequistas procuram vivê-lo e testemunhá-lo em sua espiritualidade, estilo de vida e missão. Surgiu por meio da iniciativa dos simpatizantes do processo de formação no carisma FC de Minas Gerais - Brasil.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Momento Orante com Santa Clara de Assis
No dia 11 de agosto celebramos a vida de Santa Clara de Assis, a primeira mulher franciscana e modelo tão importante para o mundo. Clara nasceu em 1193 – em Assis – Itália. Entusiasmada pelo ideal de São Francisco de Assis, com ele fundou a 2ª Ordem Franciscana, conhecida como as Clarissas. Clara movida pela fé, sempre se dirigia as irmãs com total doação e amor. Nosso objetivo como admiradoras/es desse carisma francisclareano é que o mundo de hoje conheça e viva esse ideal de vida. Neste ano em que celebramos os 800 anos da presença de Santa Clara no mundo, roguemos a Deus coragem para sermos a Clara de hoje.

Oração nos 800 anos do Carisma Clariano
Amantíssimo Pai, por vossa misericórdia e graça, iluminastes vossa serva Clara de Assis, com o esplendor do Cristo Ressuscitado, seu amado esposo, a fim de que, por uma vida vivida no amor, brilhasse como luz aos irmãos e irmãs de ontem e de hoje.
Ouvindo o vosso chamado, seguindo o exemplo de Francisco, Clara trocou a nobreza pela pobreza e, na penitência em São Damião, com jovial alegria, viveu no silêncio, na contemplação e na fraterna comunhão.
Bendito sejais, ó Pai, pelas mulheres e homens, que nestes oitocentos anos abraçaram o ideal de vida de Santa Clara. E por seu testemunho iluminaram os caminhos da missão e da paz, radiantes de alegria e de esperança.
Concedei, Senhor, à Família Franciscana do Brasil e do mundo, seguir o caminho da simplicidade, da humildade fraterna, da pobreza numa vida honesta e santa, solidária com os pobres e excluídos.
Iluminados pela luz do vosso Espírito que em Clara de Assis brilhou como o sol, jamais percamos de vista, o ponto de partida, da íntima unidade com Jesus Cristo, o irmão pobre do presépio, da Eucaristia e da cruz. Amém!
Nossa irmã e mãe Santa Clara e nosso irmão e pai São Francisco de Assis, rogai por nós!
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
A revolução do Educar

Fome na Somália leva Unicef a pedir ajuda Internacional

domingo, 7 de agosto de 2011
Fome na Somália é "política" ,diz especialista
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| Mulheres aguardam por comida com seus filhos sob o sol |
Há seca severa, mas este não é o principal motivo por trás da crise de fome que assola a Somália. A análise é de Abdi Ismail Samatar, professor da Universidade de Minessota, nos Estados Unidos.
Nascido na Somália, naturalizou-se americano e pesquisa a África há cerca de 30 anos. Falou à Folha, por telefone, de Pretória, na África do Sul, onde é professor visitante.
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| Mulher aguardando atendimento médico com seu filho |
Na quarta-feira, a ONU declarou crise de fome em mais três regiões somalis, elevando o total a cinco áreas que enfrentam a emergência humanitária. Segundo estimativas do órgão 3,2 milhões somalis --cerca de um terço da população do país-- necessitam de assistência imediata para sobreviver.
Os EUA estima em 29 mil o número de crianças abaixo de cinco anos mortas por conta da fome nos últimos 90 dias no sul da Somália.
ABDI ISMAIL SAMATAR - A cada dois anos ou três há uma seca, em um ano ou outro pode ser uma seca severa. Nos últimos 50 anos da história da Somália, houve várias secas, mas elas nunca chegaram a se tornar uma crise de fome, em que as pessoas morrem aos milhares. Isso porque haviam governos no país que tinham a capacidade de intervir e assistir as pessoas.
O que mudou nos últimos 20 anos, mas mais nos últimos 7 anos é uma série de intervenções internacionais: a ocupação da Etiópia [2006-2008], a intervenção americana em termos de apoio aos "warlordes", que criaram uma instabilidade que tornou quase impossível o estabelecimento de um governo local. Agora, porque não há um governo efetivo quando as pessoas enfrentam a crise da seca, não tem a quem recorrer. Então é a falta de assistência que criou a fome e não a seca em si.
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| Soldados do governo somali tentam controlar multidão faminta |
O que acontece é que o Al Shabab era um grupo muito, muito pequeno. A intervenção dos americanos e dos etíopes produziram o tipo de Al Shabab que temos hoje. O grupo é um dos culpados pela fome na Somália hoje, os outro são, a guerra americana ao terror, a UE (União Europeia) pela manipulação da produção de alimentos no país, o Governo Federal Transitório (TFG, na sigla em inglês) e a ONU. Essas são as organizações que produziram a fome na Somália.
Se a comunidade internacional quer ajudar a Somália, agora é preciso enviar alimentos para os lugares onde as pessoas vivem para que elas não precisem deixar suas cidades e se tornem refugiados, porque uma vez que você se torna um refugiado da fome em campos na fronteira com o Quênia ou a Etiópia é muito difícil retornar à Somália.
Mas o mais importante, é que você pode distribuir alimentos e permitir que as pessoas sobrevivam, mas reconstruir suas vidas requer o tipo de governo que pode agir em prol de seus cidadãos.
Tenho argumentado nos últimos dez anos que a comunidade internacional tem sido um dos maiores obstáculos para que os somalis possam se organizar para reconstruir seus governos. Então, o que a comunidade internacional pode fazer também é ajudar os somalis a reconstruir seus governos, que seja competente e legítimo, que se importe com seu próprio povo.
E você vê isso acontecendo nos próximos anos?
Não espero que os Estados Unidos se mova nesta direção, porque apesar de Obama ser um democrata e um afrodescendente, sua política é continuação da "Guerra ao Terror" de Bush. Se você comparar a política externa de Bush na África, com a de Obama, não verá nenhuma mudança positiva.
Hoje a Hillary Clinton fez um pronunciamento em que ficou o tempo todo falando 'Al Shabab deve fazer isso, deve fazer aquilo', ela nunca olhou para o espelho e admitiu o que os governos americanos têm feito para minar a Somália, apoiando a Etiópia, os warlordes.
Qual a situação política interna na Somália?
Al Shabab e os que hoje se autoproclamam TFG eram as mesmas pessoas, parte de um só grupo. Depois de uma reunião em Dijibuti, em 2008, mediada pela ONU e pelos EUA, promoveu esta separação. Eu me lembro de ter falado aos representantes do TFG, então, que eles só deveriam aceitar formar um governo, se a milícia estivesse junto.
Hoje o TFG é um dos regimes mais corruptos do mundo, mas pior são assustadoramente incompetentes. O povo somali aceita o Al Shabab e não respeita o TFG, estão buscando uma alternativa. Há algumas pequenas organizações políticas surgindo, como por exemplo, o partido Hiilqaran, mas ainda há muito a ser feito
Por Carolina Montenegro
Folha de São Paulo online
Haitianos: os novos imigrantes do Brasil

Adital - A voz dos sem voz

Desde 1981 visito a Itália, anualmente, para proferir uma semana de palestras a convite da associação de solidariedade internacional Rete Radié Resch, de perfil cristão.
Em 1999, numa pequena cidade do interior da Toscana, veio ao meu encontro um homem de avançada idade, trajes simples, barba por fazer, interessado em conversar sobre Teologia da Libertação. Este senhor, um rico empresário, havia se reconvertido à fé cristã por leituras dessa corrente teológica progressista. Entusiasmado com a visão evangélica da Teologia da Libertação, insistia em difundi-la pelo mundo a partir de seu local de origem – a América Latina.
Expus a ele as dificuldades com as quais lidamos em nosso Continente para realizar tal proeza. Foi então que ele propôs fundarmos uma agência de notícias, cuja ótica predominante fosse inspirada na Teologia da Libertação. Com que recursos? indaguei. Ele não titubeou: sugeriu que eu me dedicasse a tal empreitada. Ele se encarregaria de providenciar os recursos.
Falei de minhas múltiplas atividades, mas logo pensei em um amigo, o padre Ermanno Allegri que, na época, dirigia uma pequena agência noticiosa vinculada à pastoral da arquidiocese de Fortaleza. Quem sabe ele aceitaria assumir o projeto? Com a vantagem de morar numa importante capital do Nordeste brasileiro, o que significaria descentralizar esse tipo de veículo, pois quase todas as agências noticiosas do Brasil se situam no Sudeste do país.
Ermanno aceitou o desafio, e ainda teve a brilhante ideia de dar à agência o nome de Frei Tito de Alencar Lima, frade dominicano nascido em Fortaleza e falecido, aos 28 anos, em 1974, em decorrência de torturas sofridas sob a ditadura militar brasileira (1964-1985), pela qual foi preso, barbaramente seviciado e, posteriormente, banido do país (suicidou-se em decorrência dos sofrimentos no cárcere, quando vivia próximo a Lyon, na França).
Objetivos e raio de alcance
Em 2000 nasceu a ADITAL – Agência de Informação Frei Tito para América Latina. Seu surgimento coincidiu com a realização do I Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, o que facilitou sua divulgação entre os participantes oriundos de diversos países do Continente.
A ADITAL funciona graças a uma pequena e eficiente equipe: seu presidente, o filósofo Manfredo Araújo de Oliveira; seu diretor executivo, Ermanno Allegri; cinco jornalistas e três estagiários. Juridicamente é uma entidade sem fins econômicos, autônoma, sem vínculos institucionais com setores econômicos, religiosos, políticos ou sindicais. Ocupa uma página Web: http://www.adital.com.br/
A ADITAL é um instrumento ético e profissional, que tem por objetivos favorecer a democratização da informação; expressar tudo que interessa como notícia do universo dos oprimidos (pensamento e práticas de movimentos sociais, universidades, igrejas, ONGs e formadores de opinião da América Latina e Caribe); divulgar iniciativas de políticas públicas de governos progressistas; noticiar e analisar os processos sociais que criaram o atual momento da América Latina, hoje majoritariamente sob governos progressistas.
Seu público-alvo são profissionais da grande mídia, líderes de movimentos sociais, parlamentares, ONGs, religiosos, professores e estudantes de universidades, entidades institucionais (ministérios e secretarias de governos, FAO, UNESCO, OIT, empresas etc.) e seus veículos de comunicação: jornais, revistas, boletins, sites, blogs, rádios etc.
Ao longo de seus 10 anos de atividade, a
ADITAL criou uma excepcional rede de fontes graças a milhares de entidades e pessoas comprometidas com a cidadania para um "jornalismo social”.
Até julho de 2011, a ADITAL publicou cerca de 57.000 matérias e divulgou-as através de 62.000 endereços eletrônicos (matérias reproduzidas por sites, blogs, Twitter e Facebook).
Êxitos jornalísticos
Nos últimos dois anos a ADITAL priorizou, em sites especiais, temas como Economia Solidária, Igrejas e Religiões, e Tráfico de Pessoas (que poderá se tornar site das "Questões de Gênero”, incluindo, além do tráfico, o feminicídio, LGBTT e exploração sexual de crianças e adolescentes).
Criou-se agora a ADITAL/Jovem, dirigida aos jovens da América Latina e Caribe.
A ADITAL conta com mais de 400 articulistas e produz informações em forma de notícias diárias, análises políticas, sociais, econômicas, religiosas etc; documentos (textos de estudo ou pronunciamentos de grupos, movimentos, conferências episcopais, fóruns etc.); reportagens (Plano Colômbia, Igreja da Libertação na América Latina, Base de Manta (Equador), Los Embalses (Panamá), Madres de la Plaza de Mayo (Argentina), ECOPETROL (Colômbia), V Conferência do CELAM etc.); entrevistas exclusivas (Evo Morales (Bolívia), Nora Cortiñas (Argentina), Rigoberta Menchu (Guatemala), personalidades do Programa Fome Zero (Brasil), Jon Sobrino (El Salvador), Camille Chalmers (Haiti), teólogos/as e bispos); e coberturas especiais de eventos.
A ADITAL atua em parcerias com rádios (uma dezena de rádios de Peru, Espanha, Equador, Venezuela etc.); participa de campanhas, como o referendo pela suspensão da venda de armas, a concessão do Prêmio Nobel da Paz às mulheres Africanas, e denúncias da Anistia Internacional.
Para o Programa Fome Zero (2003-2004) do governo Lula, a ADITAL divulgou cerca de 500 matérias, patrocinou a impressão de seis mil cópias de uma cartilha sobre o programa e produziu o vídeo "Vozes contra a Fome”, com duração de 20 minutos.
O conteúdo da ADITAL é divulgado em português e espanhol, e traduzido para os principais idiomas da Europa, incluindo os do Leste Europeu.
Entre as atividades que ADITAL participou, destaca-se a 1ª Conferência Nacional de Comunicação que, pela primeira vez no Brasil, reuniu, em 2009, os meios de comunicação chamados alternativos.
Prêmios
Pela qualidade de seu trabalho, a ADITAL já mereceu os seguintes prêmios:
Boas ideias e melhores práticas, concedido pela UNESCO, "pelo êxito comprovado da iniciativa, o aspecto inovador do projeto, a qualidade do conteúdo produzido, a capacidade de chegar às comunidades marginais” (Junho/2005).
Prêmio Dom Helder Camara de Comunicação, concedido pela CNBB, referente ao tema "Os meios de comunicação a serviço do entendimento entre os povos” e por sua cobertura do Fórum Social Brasileiro, considerada uma "prática exemplar de jornalismo cidadão" (Maio/2005).
Selo Direito nota 10 DHNET: "Um dos melhores sites de direitos humanos em língua portuguesa na categoria Mídia”, concedido pela Rede de Direitos Humanos & Cultura - Dhnet (Dezembro/2005).[
Por: Frei Betto. Escritor, fundador e colaborador da ADITAL, autor de "Um homem chamado Jesus” (Rocco), entre outros livros].
Romaria dos Mártires - Por D.Pedro Casaldáliga

sexta-feira, 5 de agosto de 2011
cArTa aBeRtA. sObRe O rEtIrO dE RoDeIo - SC por Lindalva Macedo e Beth Resende
Anistia critica projetos de desenvolvimento e pede mais atenção a direitos indígenas

Com vistas ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em nove de agosto, a Anistia Internacional lançou ontem (4) o relatório Sacrificar os direitos em nome do desenvolvimento: os povos indígenas da América sob ameaça, em que expõe violações sofridas em consequência dos grandes projetos de "desenvolvimento” em países de todo o continente americano.
Desrespeito ao direito de consultas prévias e consentimento livre, desalojamentos forçados, construção de megaempreendimentos em territórios indígenas, criminalização das lideranças, violência contra as mulheres e até assassinatos compõem o triste quadro a que estão expostos os indígenas da região – estimados em 40 milhões.
De acordo com o relatório da Anistia, baseado em casos e testemunhos dos indígenas concedidos à organização, na base das violações recorrentes está uma "arraigada atitude discriminatória contra os povos indígenas da América".
Isso aparece claramente nos projetos desenvolvimentistas, ligados à mineração, energia elétrica, infraestrutura e turismo, quando os indígenas são identificados como "estorvo” ao progresso.
"A falsa e perigosa dicotomia entre desenvolvimento e direitos dos povos indígenas é habitual no continente. Se trata de uma crença baseada na falsa premissa de que os projetos da indústria extrativa ou de outro tipo, que multiplicam a riqueza e são, portanto, favoráveis aos interesses nacionais, não devem ser ‘obstruídos' pelos povos indígenas, que são ‘apenas' uma pequena parte da população”, critica.
Como resultado dessa visão, governos nacionais e atores privados não respeitam o direito à consulta e consentimento livre, prévio e informado em todos os países da região, como Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Equador, Guatemala, México, Panamá e Peru.
No Brasil, por exemplo, as comunidades indígenas do rio Xingu, no estado do Pará, região amazônica, estão em luta contra o projeto da hidrelétrica de Belo Monte, que implicará em deslocamentos forçados e intensos impactos sócio-ambientais. Mesmo com a ordem da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) de suspender o projeto devido a imprecisões no estudo de impacto ambiental, as obras prosseguem.
Batalha semelhante é travada pelos indígenas mexicanos, contra a hidrelétrica La Parota, no estado de Guerrero, e pelos guatemaltecos, contra a mina de ouro e prata Marlin, localizada no departamento de San Marcos.
Em meio a tudo isso, os indígenas enfrentam processos penais que, segundo o relatório, são "desproporcionais e parecem atender a motivações políticas”. No Chile, quatro líderes mapuche, em luta pela permanência em seu território, foram julgados sob a Lei Antiterrorista e decidiram fazer greve de fome durante três meses deste ano para pedir justiça e o fim da estigmatização ao seu povo. No dia 3 de junho, a Suprema Corte de Justiça do Chile reduziu as penas dos mapuche, porém, rejeitou o pedido de anulação do julgamento.
Também as meninas e mulheres indígenas sofrem muitas violações. No Canadá, elas têm entre três e cinco vezes mais chances de morrer vítimas de violência. Já nos Estados Unidos, o relatório compara a situação a uma epidemia. "Mais de uma de cada três mulheres indígenas será violada ao longo de sua vida, e quase 86% dos violadores são homens não indígenas”, informa.
Apesar da conjuntura de desrespeito aos direitos, a Anistia celebra a resistência que as comunidades ousam construir. "Os povos indígenas têm se organizado cada vez mais para defender seus direitos, e na atualidade estão liderando uma luta por seus direitos e a igualdade. (...) A Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas é reconhecida já em toda a região, desde que Canadá e Estados Unidos, que votaram inicialmente contra, subscreveram-na em 2010”, diz.
Demandas
Para garantir os direitos indígenas, a Anistia Internacional cobra que os governos estabeleçam aliança com os povos indígenas para promulgar leis que efetivam o direito à consulta e consentimento livre. Além disso, não devem apoiar projetos de desenvolvimento que possam afetar as comunidades sem antes realizar consulta; precisam agir para resolver os conflitos de terra existentes e proteger as mulheres indígenas, julgando e castigando violadores.
O relatório, na íntegra, está disponível no linkhttp://www.amnistia.org.pe/descargar/Sacrificar_derechos.pdf



